20 de maio de 2012

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EMS espera faturar R$ 3 bi com medicamentos genéricos em 2012

16 de dezembro de 2011

Fonte: Febrafar

 
A divisão de genéricos da EMS, fabricante brasileira de medicamentos do país, espera encerrar o ano de 2011 com faturamento da ordem de R$ 2 bilhões. O resultado representará um crescimento de 35% sobre as vendas registradas no ano passado, que totalizaram R$ 1,5 bilhão.
 
Para 2012, as estimativas são igualmente positivas. A empresa prevê faturar R$ 3 bilhões apenas com genéricos. Esses valores excluem as vendas das outras empresas do grupo que também vendem genéricos e que têm comandos distintos, como a Germed, a Legrand e a Nova Química.
 
O crescimento deste ano e o projetado para 2012, se concretizado, devem superar o ritmo do mercado de medicamentos como um todo no país, que vem batendo na casa dos 20% de expansão pelo menos nos últimos três anos.
 
O executivo Marco Miguel, diretor de marketing da EMS Genéricos não informa que percentual desta divisão representa na empresa EMS. Mas garante que a área é a de maior vigor de crescimento na companhia. “Com o crescimento desta divisão, a EMS espera consolidar sua posição de líder no país”, diz o executivo.
 
As outras divisões da EMS são Sigma Pharma, que produz medicamentos de prescrição, a EMS Marcas, que fabrica os similares de marcas, a EMS Hospitalar, que comercializa medicamentos para hospitais privados e órgãos públicos, e a EMS Consumo, divisão de OTC, produtos sem prescrição médica, sendo que um dos medicamentos mais conhecidos da empresa nesta categoria é o polivitamínico gerovital.
 
Segundo Miguel, a expectativa de crescimento se deve, sobretudo, à expansão da fábrica de Hortolândia (SP), e à construção de novas plantas - em Manaus (AM), Brasília (DF) e Jaguariúna (SP). A empresa está investindo mais de R$ 400 milhões nas unidades.
 
Outra “arma” da divisão de genéricos continuará sendo os lançamentos de produtos assim que caírem as patentes das grandes indústrias farmacêuticas. Dos 25 lançamentos de 2011, a empresa saiu na frente com pelo menos 20.
 
Fonte: Brasil Econômico
 

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