Fonte: G1
Assim como o GlaxoSmithKline e AtraZeneca, a farmacêutica suíça Novartis fechará sua unidade de neurociência. Os centros que já não funcionam estudavam tratamentos contra doenças como depressão, Alzheimer, Parkinson, psicoses e transtornos de humor, entre outros.
A desistência acontece devido ao investimento em um setor que envolve alto risco e requer anos de estudos e testos clínicos em animais e humanos para a obtenção de medicamentos eficazes.
De acordo com o psiquiatra do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Mauro Aranha, é natural que os laboratórios revejam suas linhas de financiamento. “Eles trabalham dentro de uma lógica de mercado, e as novas descobertas de psicotrópicos não acrescentam muito às drogas tradicionais, que são muito boas e mais baratas que as modernas”, diz.
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