Fonte: Sindifarma
De acordo com a coluna Fato Relevante (de Clayton Netz, no O Estado de S.Paulo), o governo brasileiro vai destinar US$ 800 milhões de dólares, até 2012, para investimentos dos laboratórios farmacêuticos brasileiros em inovação. Iniciado em 2008, o desembolso faz parte do Pro-farma 2, programa patrocinado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com recursos fornecidos pelo BNDES. O investimento em inovação é um dos pilares da estratégia de criação da Superfarma, sigla que abrigaria uma indústria farmacêutica de capital poderosa, capaz de competir em pé de igualdade com as potências mundiais do setor. Caberia à Superfarma aumentar as exportações de medicamentos, reduzindo o crônico déficit na balança comercial, em tomo de US$ 4 bilhões anuais. Atualmente, para importações de mais de US$ 5 bilhões, o País vende lá fora ao redor de US$ 1,2 bilhão. Boas intenções à parte, diz a coluna, há quem veja com ceticismo essa proposta. “É utópico pensar em grande volume de exportação se não tivermos também um grande mercado interno e muito desenvolvimento de produto”, afirma Nelson Mussolini, vice-presidente do Sindicato da Indústria Farmacêutica do Estado de São Paulo (Sindusfarma).
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