Fonte: Folha de S. Paulo
De acordo com um estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) a diferença de preços de medicamentos na capital paulista pode chegar a 235%. Entre os genéricos, as variações de preço ficaram em 66,6% e 235,3% em sete medicamentos analisados.
Segundo o Instituto, a causa da discrepância é o alto preço do valor máximo dos produtos fixado pelo governo, podendo prejudicar o consumidor. "A drogaria que vende hoje a R$ 2 pode cobrar R$ 10 daqui algum tempo", explica a advogada do Idec, Joana Cruz, que coordenou a pesquisa.
Segundo o secretario da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Ivo Bucaresky, o teto não pode ser mudado porque é fixado por lei, mas diz que há uma discussão sobre o assunto com a indústria. "Sabemos que há produtos com preço bem abaixo."
Protetor solar pode aumentar o risco de câncer de pele
09 de maio de 2012
Discussão sobre descarte de medicamentos
08 de maio de 2012
Anvisa quer agilizar pesquisas sobre novas drogas
07 de maio de 2012
Merck aumenta bula de dois medicamentos
17 de abril de 2012
09 de abril de 2012