Fonte: Fator Brasil
A falsificação de medicamentos representa 10% do volume total de medicamentos em todo o mundo. De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), o mercado de remédios pirateados no mundo causa um prejuízo fiscal de US$ 35 bilhões. A expectativa da OMS para este ano é de que este valor ultrapasse os US$ 60 bilhões.
Para debater este assunto, a ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados) e GS1, associação responsável pela padronização de processos de logística e rastreabilidade realizam na próxima quinta-feira, dia 16, em São Paulo, o Seminário de Automação, Rastreabilidade e Segurança do Paciente. O evento apresentará cases pioneiros no assunto. Entre as empresas palestrantes estão o Hospital Albert Einstein, o Hospital Oswaldo Cruz, a Maternidade Santa Joana e os laboratórios Eurofarma e Isofarma. Em 2011, passará a valer a lei 11.903/09, que obrigará instituições de saúde e indústrias farmacêuticas a rastrear medicamentos desde o início da cadeia produtiva, nos fabricantes, até o consumidor final.
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